quinta-feira, outubro 10, 2013

Finais infelizes de séries infantis

Bom, neste mês de outubro, fala-se muito nas crianças, todo mundo começa a postar suas fotos de infância no Facebook, relembram velhas e boas memórias, séries de TV, música, filmes, moda, etc.. Bom, como não postei nenhuma foto minha de quando era criança, resolvi dar minha contribuição de outra forma, a julgar pelo meu círculo de amigos e conhecidos, todo mundo aqui quando criança assistiu as séries "ALF - O Eteimoso" e a "Família Dinossauro", mas alguém aí sabe responder como foi que elas terminaram? Bom, vou responder isso a vocês, mas os finais estão entre o triste e o macabro na minha opinião, pois terminar dessa forma e tentar explicar isso para uma criança é trauma psicológico na certa, talvez por isso a Rede Globo - responsável pela exibição - não tenha mostrado esses finais, quais foram? Bom, a Família Dinossauro caminha para a extinção, ou seja MORRE todo mundo, e nosso amigo ALF é CAPTURADO pela Força Aérea Americana, os vídeos estão abaixo, vamos lá:


Família Dinossauro: O episódio 58, intitulado "Mudando a Natureza", mostra a Corporação "De Tudo um Pouco", onde o Dino da Silva Sauro trabalhava, destruindo um pântano e matando todos os besouros que lá se acasalavam, tudo pela construção e manutenção de uma fábrica de creme de frutas, bom, o problema é que os besouros eram parte importante do ecossistema e devoravam as papoulas do local, que começaram a crescer desordenadamente, assim, Dino se torno Diretor do Comitê para solucionar o caso, e resolve pulverizar tudo e com isso, mata todas as plantas do planeta, e para tentar consertar tudo, resolvem tentar provocar chuva e para isso, jogam bombas em todos os vulcões para que os mesmos emitam muitas nuvens (valha-me Deus!!!) só que o resultado é que o céu fica tão espesso que sol não consegue mais aquecer o planeta e começa a Era do Gelo! É sério, por pior que esse roteiro possa parecer, ele ainda consegue piorar, pois a fala final de Dino com sua família beira o absurdo, como se a morte eminente fosse algo fácil para uma criança entender! O link do vídeo com o episódio completo está abaixo e é dublado em português!



ALF - O Eteimoso: bom, o último episódio na minha opinião foi uma tentativa de forçar uma 5ª temporada, então o episódio seria um "gancho" para tentar alavancar a audiência e trazer novos espectadores, o problema é que os produtores tiveram a brilhante idéia de cacelar a série, deixando aquele último episódio como o final para o nosso amigo "melmaquiano" - para quem não se lembra, o planeta natal do ALF era MELMAC - bom, ALF descobre que existem outros sobreviventes além dele e que conseguiram colonizar outro planeta, e resolveram busca-lo para completar a turma, bem, ALF se despede de toda a família e na hora em que seus amigos estão chegando, eis que aparece a Força Aérea Americana e captura o ALF, seus amigos ao invés de tentar resgatá-lo, simplesmente vão embora e a série acaba aí! Para quem se lembra do primeiro episódio, quando um militar vai a casa da família Tanner, a dona da casa Kate pergunta ao militar o que aconteceria se eles capturassem um alienígena, a resposta é simples: "bem, nós faríamos com ele todos os testes padrão, o submeteríamos ao calor intenso (iam por fogo nele), frio intenso, afogamento, choques elétricos, padrões de dor - essa foi ótima, o que seria padrões de dor? - e outras experiências. Meu amigo, com certeza, as crianças se lembravam bem disso e a série acabou assim? A polêmica foi tanta, que tempos depois surgiu um filme chamado "Projeto Alf", que seria a continuação do último episódio e que mostra o Alf fugindo da Força Aérea, os links dos episódios estão abaixo:

Youtube - Alf - Último episódio!
Youtube - Projeto Alf (em inglês)

Kelsen Pio Belo Coelho

segunda-feira, setembro 16, 2013

Concursados são prejudicados por apadrinhados!

Olá a todos! Quem é concurseiro - assim como eu - sabe do grande problema que enfrentamos, estudamos, dedicamos tempo aos livros, cursinhos, rodas de estudo, perdemos noites de sono e finais-de-semana, tudo na expectativa de passar no tão sonhado concurso e alcançar a estabilidade - algo que hoje ainda é na minha opinião a grande pepita de ouro do serviço público - mas após tanto esforço, sempre ocorre o mesmo problema: quase ninguém é nomeado, concursos são prorrogados e a situação perdura, o motivo? O festival de apadrinhados - os chamados cargos comissionados - nos órgãos públicos somados a total falta de interesse e acordos políticos, e assim caminha o país, mas sempre quando a mídia opta por criticar o funcionário público, somos vistos como vagabundos que não fazem nada - sei disso pessoalmente, sou funcionário público e lido com isso diariamente - mas a mídia não investiga a real situação dos órgãos, se o fizesse, descobriria que são os servidores de carreira que em sua maioria - óbvio que sempre tem alguns que não querem nada - que tentam prestar o melhor serviço para a população e para o país, o Correio Braziliense publicou uma matéria muito interessante sobre o assunto, e devo destacar que mesmo com a nova lei que obriga o órgão a nomear todos os aprovados dentro do número de vaga, a situação ainda não mudou muito, cabe a cada um nós continuar lutando, organizando, cobrando de todas as formas para reverter essa situação.
 

Concursados não conseguem assumir vagas, ocupadas por apadrinhados




(Foto: Kleber Sales/CB/D.A Press)

Simone Kafruni – Do Correio Braziliense

A farra dos concursos tem levado até as últimas consequências, diretamente às portas da Justiça, o sonho de muitos brasileiros de ter estabilidade no emprego e receber salários acima da média do mercado. O problema é que os órgãos públicos abrem vagas, criam expectativas nos concurseiros, que investem tempo e dinheiro para serem aprovados e depois não conseguem ser nomeados.

Apesar dos gastos exorbitantes com as bancas examinadoras, que desde 2011 somam R$ 400 milhões apenas no âmbito do governo federal, os concursos não oferecem a mínima segurança de contratação aos aprovados: o preenchimento das vagas esbarra no interesse de que correligionários ou apadrinhados políticos ocupem os cargos — que deveriam ser dos concursados — como terceirizados ou comissionados.

  O caso do Instituto de Defesa do Consumidor do Distrito Federal (Procon-DF) se tornou emblemático. A entidade nomeou 117 inscritos no último processo seletivo, realizado em 2011, para o qual foram abertas 200 vagas. Mas apenas 76 aprovados foram efetivados. “Infelizmente, isso acontece, e não é de agora. Muitos só são empossados ao fim do prazo de validade da seleção. Isso quando conseguem assumir”, disse o presidente do Gran Cursos, José Wilson Granjeiro.

Na opinião de Granjeiro, um dos problemas que emperram as posses é o contingente excessivo de cargos comissionados. Só no Procon-DF são 162. “O número é três vezes mais que o de funcionários efetivos. Isso é uma afronta a todos os concursados e àqueles que querem servir. O percentual de comissionados em cada órgão deveria ser de, no máximo, 10% do quadro de servidores”, avaliou. No Poder Executivo Federal, existem 22 mil comissionados, de acordo com o Ministério do Planejamento. Há 650 mil funcionários públicos civis na ativa.
 
 
 


sexta-feira, julho 05, 2013

Criatividade Infantil: Pinball de Papelão

O vídeo abaixo é um exemplo do que estamos perdendo, mostra o menino Ezra de sete anos que se inspirou em um vídeo de Caine Monroy, um garoto que passou suas férias construindo seus próprios brinquedos em uma tentativa de atrair mais clientes para a loja de peças de carros do seu pai.

Vendo estes vídeos, me lembrei da minha época de criança em que fazer os próprios brinquedos era algo comum, caixas de ovo, caixas de fósforo, caixas de papelão do supermercado viravam de carrinhos a castelos, embalagens plásticas - principalmente as de amaciante - viravam barcos ou carrinhos,  isso sem falar dos carrinhos de rolimã - como era difícil conseguir essas rolimãs - uma época em que telefone para a gente era aquele aparelho grande e barulhento da sala, que ficávamos felizes por brincar na rua, assistir a programas realmente infantís na televisão e continuar brincando com os amigos! Que o prazer de ir a uma festa de aniversário era o de brincar e poder comer brigadeiros! O que foi que aconteceu? Como nos permitimos perder tudo isso? Por que nossos filhos não conseguem viver sem Celular, Nitendo Wii, X-Box, Tablets, etc? 
Meu Deus, onde foi que erramos? 









sexta-feira, junho 21, 2013

Ator de Chaves não pode mais andar e desabafa: Já me mataram 20 vezes!

Ator famoso por interpretar o Chaves não pode mais andar e desabafa: ‘já me mataram 20 vezes’


Fonte: http://br.omg.yahoo.com/blogs/notas-omg/ator-que-interpreta-o-chaves-n%C3%A3o-pode-mais-172716874.html
 

(Reprodução: Twitter)Roberto Bolaños, 84, ator que interpretou o Chaves, mais uma vez esteve envolvido em rumores sobre sua suposta morte. Em entrevista à revista mexicana "TV y Novelas", o humorista falou sobre os boatos e comentou como está a sua saúde.


“Mal, mas assim sigo. Não posso andar, então esse é o meu grande problema. Eu tinha muito movimento e habilidade para me movimentar, agora sofro disso, mas não estou piorando. Já me mataram umas 20 vezes”, contou ele.
Roberto ainda revelou que a sua audição também está prejudicada. “Não ouço quase nada. Isso me impede de fazer muitas coisas. Não vou ao cinema, ao teatro. Me dá muita dor não poder ir ao teatro", desabafou.
O ator vive no México e é casado, desde 2004, com a atriz e comediante Florinda Meza, que interpretava a personagem Dona Florinda, no seriado Chaves.
Ele tem seis filhos do seu primeiro casamento com Graciela Fernandez.

quarta-feira, maio 15, 2013

Rockonha: para todo mundo dançar

Com a chegada de "Faroeste Caboclo: o Filme", viseite o site: Faroeste Caboclo: o Filme muitas histórias e fatos vão surgindo ou sendo relembrados, eu mesmo tenho lido muita coisa a respeito e ouvindo novamente a música - ouço Legião Urbana sim - analisei um pouco a letra de Faroeste Caboclo e ao ouvir o trecho "Organizaou a Rockonha e fez todo mundo dançar", fiquei intrigado com o nome "Rockonha", sabendo que a música é um fábula mas com fatos e cenários reais, ficou a pergunta, o que exatamente estava por trás da "Rockonha", bom, lá fui eu para o Google e para minha supresa a Rockonha de fato existiu, e acabei encontrando a história dela publicada no site, vale a pena ler e imaginar um pouco como era a Brasília da década de 70 onde a "galera" dançava, tripudiava e apanhava com certa freqüência dos "cachorrões" da ditatura - o termo "cachorrão" é como eram e ainda são chamados os PEs - Policiais do Exército - em plena atividade naqueles anos de chumbo.

Rockonha: para todo mundo dançar

A história contada por Renato Russo em “Faroeste Caboclo” pode ser fictícia, mas a Rockonha não. A diferença é que não foi um “traficante de renome” que organizou a festa. Jeremias é personagem de Renato Russo. Paulo Cézar Alencar de Almeida, hoje empresário de 49 anos, foi apenas um jovem estudante quando realizou esse evento memorável, que marcou a história do rock da capital federal.
“A música foi feita bem depois da festa. Não fiquei com fama de traficante. Depois de 30 anos que um ou outro brinca comigo ‘Ô seu Jeremias!’, mas nem ligo. Na década de 80 Renato não era nada, ninguém conhecia. Eu que era o famoso ”, brinca o empresário.
Na época do “sexo, drogas e rock and roll”, tudo que adolescentes da década de 1980 queriam era liberdade. Se a Ditadura vigiava os passos desses garotos, garantindo a “participação especial” de camburões da polícia, cassetetes e baculejos nas noitadas desses jovens “subversivos”, o jeito era se rebelar e criar ondas libertárias, como a Rockonha, e desafiar a polícia.
O “desafio” de encher a casa dos pais e curtir livremente o som dos anos 80, porém, teve um problema de concepção: o nome estampado no convite. A ousadia adolescente de batizar a festa com a mistura das palavras rock e maconha radicalizou-se já na segunda edição. O convite para “um som viajante baseado no bosque” foi impresso em seda de fumo, por um dos amigos de Paulo, que descolou nada mais, nada menos do que a gráfica do senado para rodar os convites!
O convite percorreu a cidade, mobilizando centenas, ou mesmo milhares de jovens. O destino? Uma chácara de pamonhas e batatas na entrada de Sobradinho. Destino também da policia, que produziu uma entrada apoteótica logo no começo da festa. Daí o duplo sentido, expresso na letra de “Faroeste Caboclo”, em “organizou a Rockonha e fez todo mundo dançar“.
Renato Russo foi um que dançou. Chegou à festa em tempo para se juntar ao grupo dos cidadãos comuns presos pela tropa de choque. Porém, nem todos que dançaram efetivamente “dançaram”. Foram poupados filhos de militares e de autoridades, o que amplificou ainda mais a repercussão do lendário evento.
“Depois que a Rockonha saiu em reportagens, virou letra de música, foi tema no Jô Soares, apareceu cada história absurda! Todo mundo quer dizer que foi pra ficar na história”, conta Paulo Cézar.
Justamente, para relembrar e celebrar os 30 anos do acontecimento, o dono da chácara mais ilustre da Brasília dos anos de chumbo quer lançar, ainda este ano, um sugestivo “Jeremias convida” no convite oficial do que será a terceira edição da Rockonha.
Paulo Cézar pretende chamar Dinho Ouro-Preto, Plebe Rude e outras bandas para embalar a noite, e garante: desta vez a ideia é que a polícia ajude a manter o ambiente organizado e não que invada e acabe com a diversão. Além disso, Paulo quer contar com o apoio da administração de Sobradinho. A expectativa é que a mídia dê destaque ao evento eternizado pela canção de Renato Russo, e que compareçam pelo menos três mil pessoas. Se der certo, Paulo pretende transformar a Rockonha em um grande festival anual.

segunda-feira, maio 13, 2013

7 passos para tornar seus filhos bem-sucedidos financeiramente

SÃO PAULO – O sonho de todos os pais é de que seus filhos não precisem passar por dificuldades financeiras quando forem adultos, e consigam ter a melhor vida profissional e financeira possível. Assim, a Forbes  preparou uma lista para ajudar tal sonho a se tornar realidade, dando dicas do que os pais podem fazer para tornar os filhos bem-sucedidos financeiramente. Confira:

1- Faça um plano de aposentadoria: você pode garantir desde cedo a aposentadoria do seu filho com um plano de previdência privada, ou então pagar o INSS (Instituto Nacional de Seguro Social) de forma facultativa, permitido a partir dos 16 anos do adolescente.
2- Universidades particulares: quando o assunto é carreira, e a escolha da faculdade, é preciso pensar bem. Normalmente, os melhores currículos são os que recebem melhores salários, porém, os gastos envolvidos neste quesito costumam ser altos, quando não se trata de uma universidade pública. Nesse casso, uma opção é começar em uma universidade mais barata e depois transferir para uma de maior prestígio.
3- Comece desde cedo: ensine para seu filho como cuidar das finanças, orçamento e limites de gastos enquanto eles ainda são crianças. Pois, assim eles aprendem a cuidar do próprio dinheiro sem precisar de ajuda dos pais.
4- Evite cartões de crédito: mostre para o seu filho que o cartão de crédito pode ser um inimigo das finanças pessoais, principalmente se acabar caindo no crédito rotativo. Procure sempre pagar as compras no débito para incentivar as crianças com a ideia.
5- Poupança para a faculdade: abra uma poupança, ou até mesmo outro tipo de investimento, para garantir que você vá conseguir pagar o estudo superior das crianças, sem comprometer seu próprio orçamento e como forma de segurança para caso algo aconteça, como uma demissão, por exemplo.
6- Dentro da folha de pagamento: se você possui um negócio, os seus filhos adolescentes podem ser seus funcionários, o que será positivo para eles aprenderem o valor do trabalho e receberem o próprio dinheiro. Dependendo da quantia de salário recebido, ele não precisa declarar imposto de renda, o que vira um ponto a favor na hora de economizar para comprar alguma coisa.
7- Investimentos: assim como a poupança para a faculdade, você pode realizar investimentos visando o futuro de seus filhos, seja para comprar um carro ou para ajudar a financiar um imóvel. Pesquise e veja qual investimento é melhor para manter a longo prazo, observando o que vai render mais.
 
fonte: http://br.financas.yahoo.com/noticias/7-passos-tornar-filhos-bem-132600973.html

quinta-feira, fevereiro 14, 2013

Astro da série “Deixados para Trás” é alvo de organização pró-gay

Astro da série “Deixados para Trás” é alvo de organização pró-gay

Kirk_Cameron
O ator Kirk Cameron ficou conhecido por sua atuação na série Growing Pains, no fim dos anos 1980. Depois de viver muitos anos se declarando ateu, converteu-se e passou a militar na área da apologética ao lado do pastor Ray Comfort. Ao mesmo tempo, continuou atuando e estrelou a série de filmes “Deixados para trás”, além de apresentar o programa evangelístico “Way of the Master”.
Em entrevista recente ao jornalista Piers Morgan, da CNN, ele defendeu sua fé cristã, mas passou a ser alvo de críticas por ter dito que é totalmente contra o casamento gay e considerar que a homossexualidade é algo “prejudicial e  altamente destrutivo para vários pilares da nossa civilização”.
Cameron ressaltou que a união entre pessoas do mesmo sexo vai contra as regras estabelecidas por Deus na Bíblia. “O casamento é quase tão velho quanto o pó da terra. Foi instituído no jardim do Éden por Adão e Eva. É um homem e uma mulher pela vida toda, até que a morte os separe”, disse.
O entrevistador perguntou se Cameron achava que a homossexualidade é um pecado, e sua resposta foi um contundente sim.
Vários artistas se manifestaram pelo Twitter criticando a postura de Cameron e fazendo pouco caso de suas declarações de fé.
Herndon Graddick, diretor de programas da GLAAD, organização que defende os direitos dos homossexuais norte-americanos, manifestou sua indignação. Ele disse ao site TMZ que Cameron, está “fora de sintonia com a grande maioria das pessoas, especialmente as pessoas de fé que acreditam que seus irmãos gays e irmãs lésbicas devem ser amados e aceitos com base no seu caráter e não condenados por causa de sua orientação sexual”.
O porta-voz da GLAAD  disse que planeja monitorar de perto as aparições de Cameron na mídia e protestar contra sua “ultrajante postura homofóbica”. A organização está pedindo que a mídia americana não dê mais espaço para entrevistas com ele.
do Gospel Prime
traduzido e adaptado de Huffington Post e TMZ
 
Comentário: É interessante observarmos que qualquer pessoa que manifeste sua opinião contrária ao homossexualismo é taxada de homofóbica? Sinceramente, vivemos uma verdaderia Cristanofobia, e isso deveria visto com mais atenção pelas autoridades e sociedade, a Constituição garante a liberdade religiosa, a Bíblia condena claramente o homossexualismo, mas existem diversas correntes que querem mudar isso a todo o custo, onde fica o respeito a religião e a liberdade de opinião? Se uns defendem o homossexualismo, porque outros tem que ser condenados por não aceitá-lo? Quem é que tem realmente "fobia" nessa história?
 

sábado, janeiro 19, 2013

Vivemos Realmente uma Onda Verde?

Sempre que surge uma novidade, um novo modismo, eu acabo ficando com o pé atrás. Aprendi que tudo que começa com  muito barulho é questionável e se vem acompanhado da frase: "isso vai salvar o mundo",  lá vem problema. A moda agora é a chamada onda verde, onda ecológica, reciclagem, etc., estão cruxificando tudo o que dizem destruir o meio-ambiente, primeiro foram as sacolas de papel, que custavam milhares de árvores e poluiam, depois as garrafas de vidro, pois era melhor usar as garrafas de plástico, que agora são os vilões da vez, e agora, as temíveis sacolas plásticas que vão destruir nosso planeta, será mesmo? Minha esposa me mostrou este texto e resolvi compartilhá-lo por ser uma grande VERDade. Não sou anti-ecológico ou não acredito que não devemos mudar nosso comportamento, mas sou realista e não posso ser hipócrita em relação ao que é dito para todos como se fosse verdade!

Na fila do supermercado, o caixa diz a uma senhora idosa:
- A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que
sacos de plástico não são amigáveis com o ambiente.
A senhora pediu desculpas e disse: - Não havia essa onda verde no meu tempo.
O empregado respondeu: - Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com o nosso ambiente.

- Você está certo - responde a velha senhora - nossa geração não se preocupou adequadamente com o ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes. Realmente não nos preocupamos com o ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhávamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões. Nós não nos preocupávamos com o ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas. Mas é verdade: não havia preocupação com o ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como? Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plástico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar. Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade. Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta tantas vezes ao invés de comprar outra. Amolávamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lâmina ficou sem corte. Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima. Então, não é risível que a atual geração fale tanto em "meio ambiente", mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?

É algo para refletirmos....

        

quinta-feira, janeiro 17, 2013

A volta dos anos de 1980!

Por mais que se fale em modernidade e tecnologia, quem está na casa dos 30 anos com certeza sempre sente um saudosismo da década de 1980, época de grandes mudanças, fim da ditadura, abertura política, anistia, TV em cores, rock, etc., mas o que mais marcou para muita gente com certeza foram os alimentos e guloseimas - até a palavra é oitentista, meu Deus.... - Chocolates Lollo, Surpresa, Kri, sorvete Fura-Bolo, Biscoito Mirabel, Refrigerante Crush, Baré Tuti-Frutti, etc.. com o tempo, eles for!am sendo retirados do mercado sem a menor satisfação a nós, seus fiéis consumidores, como as empresas puderam fazer isso conosco e nos deixar tão órfãos? Bom, eles se foram e a saudade ficou, sempre manifestada das mais diversas formas e graças a internet em diversos espaços como páginas pessoais, Orkut (Lembra dele?), Facebook, etc.., bom, tudo isso deu resultado, volta aos anos de 1980 foi vista por muitas empresas como uma grande oportunidade, primeiro a Estrela relançou o Ferrorama, agora, a Pepsico relança o biscoito de pacotinho Mirabel e a Nestlé trouxe de volta o chocolate Lollo, e tudo indica que vem mais novidade - ou antiguidade - por aí, leiam as matérias abaixo e corram para comprar os seus!

Na onda 'revival', Nestlé Brasil relança chocolate Lollo

Ao monitorar redes sociais, multinacional viu que marca podia salvar vendas do chocolate que virou Milkybar em 1992 

 

 

 Você compra uma TV de LCD num dia, no outro a coqueluche é a de tela LED. O iPhone 4s chegou ao Brasil em dezembro - mas agora a bola da vez é o iPhone 5. Hoje, tudo é fugaz, tecnológico e atualizado em poucos segundos. Essa corrida pela modernidade, dizem os especialistas, gera um efeito colateral: a onda "revival", de retorno a símbolos do passado.
O Instagram e seu estilo Polaroid e as armações de óculos modelo Ray Ban anos 70 são só alguns exemplos. Mas o mais novo eco do passado chega esta semana aos supermercados de todo Brasil: o chocolate Lollo, da Nestlé. Lançado no País em 1982, o Lollo foi líder de vendas em sua categoria até 1992, quando, por ordem da matriz, na Suíça, seu nome mudou para Milkybar.
"O Brasil era um país totalmente diferente e o mercado de chocolates não era tão desenvolvido quanto agora", diz Marco Nonis, diretor da unidade de chocolates da Nestlé Brasil. O consumo de chocolate em 1992, por exemplo, era de 1 quilo por habitante ao ano. Hoje, é de 2,5 quilos. O Brasil não era tão importante para as multinacionais como é agora e manter uma marca nacional demandava investimentos. Por isso, naquele tempo, a matriz achou que o melhor a fazer seria alinhar globalmente a marca e eliminar o nome Lollo do mercado.
"Houve muitas queixas, mas a companhia achava que - como o consumidor de Lollo era criança ou muito jovem - o público do chocolate iria logo se renovar e a nova marca se consolidaria", explica Nonis. Mas não foi o que aconteceu. Vinte anos depois, o Milkybar praticamente desapareceu do mercado. É vendido somente em formato miniatura, na caixa de bombons "Especialidades Nestlé".
Agora, a companhia avalia que pode recuperar as vendas perdidas com o relançamento de Lollo, que terá vaquinha na embalagem e tudo, como nos anos 80.
"Sempre monitoramos as redes sociais e vimos que muita gente citava o Lollo com saudades", diz Ricardo Bassani, gerente de marketing da multinacional suíça.
A companhia, então, resolveu estudar a viabilidade de voltar com a marca - e com a receita original do chocolate, que era mais macia que a atual. Além de medir o grau de lembrança de Lollo (a Nestlé não divulgou números), a maior fabricante de alimentos do mundo também verificou se teria condições tecnológicas de produzir novamente a receita original. "Afinal, em 20 anos, o maquinário de produção também já não é o mesmo", diz Nonis. O resultado, um ano depois, é a volta do Lollo, em barras de 28 gramas e em pacotes com três unidades - e uma campanha com peças de TV, mídia impressa, mas, principalmente, internet. O slogan antigo, "O chocolate fofinho da Nestlé", também volta com tudo.
"A comunicação do Lollo, nos anos 80, era muito simpática e isso criou um residual de memória que existe até hoje", diz Eduardo Tomiya, especialista em marcas da BrandAnalytics.
Na Nestlé, acredita-se que a volta terá impacto não só no público que se lembra da marca, mas também no que não a conheceu. "Afinal, hoje, é 'cool' fazer referências ao passado", diz Nonis.


PepsiCo relança linha completa de biscoitos Mirabel

Marca voltou primeiramente com lanches de 40 gramas e, depois de pedidos constantes dos consumidores, ampliou o portfólio com seis opções neste ano


Produtos da marca Mirabel, da Pepsico

As embalagens dos biscoitos continuam com a mesma identidade visual
Rio de Janeiro - A PepsiCo relança seis produtos da linha de biscoitos Mirabel. Criada na década de 1980, a marca voltou primeiramente com a linha de lanches de 40 gramas e, depois de pedidos constantes dos consumidores, ampliou as opções.

Os produtos são: Biscoito Amanteigado de Coco e Leite, de 100 e 325 gramas; Laminados de Leite, de 266 gramas, Maisena Tradicional (266g), Recheado de Chocolate e Morango, de 125 gramas; Wafer de Chocolate e Morango, de 106 gramas; e Rosca sabor coco, de 300 gramas.
As embalagens continuam com a mesma identidade visual, porém com o novo conceito “O clássico voltou para toda família”.

terça-feira, janeiro 08, 2013

Detona Ralph - Um filme que vale a pena ver!


Assisti hoje o filme Detona Ralph, para quem não sabe o jogo é ambientado no universo dos Arcades - os antigos fliperamas de 8 e 16 bits - bom, quem está na casa dos 30 anos vai saber do que estou falando, assim, nomes como Frogger, Asteroids, Pac-Man, Enduro, Missil Comand, Chopper não serão palavrões ou nomes desconhecidos, e logo de início, já vem aquele saudosismo dos tempos em que após o colégio, passar no fliperama era obrigação, nas férias então, a nossa segunda casa, e o que dizer dos primeiros vídeo-games de 8 bits - a linha Atari, embora eu tive um similar que aceitava os cartuchos do Atari, um Supergame da CCE - joysticks estragados, televisão quase pegando fogo mas nada nos tirava de lá, a não ser nossas mães. Bom, o filme traz a tona todo esse universo e mostra a evolução dos games de 8 bits até os modernos jogos em 1ª pessoa, onde os antigos jogos vão sendo esquecidos e "apagados" das nossas memórias, e em determinado momento do filme, o personagem Ralph pergunta: "Quando foi que esses jogos ficaram tão violentos?", como todo o filme da Disney, ele traz suas lições como aceitação, reconhecimento do esforço e do trabalho dos outros, que nenhum papel desempenhado por outra pessoa deve ser menosprezado, amizade, etc.. Mas poder rever todo aquele ambiente oitentista é fantástico, a história em si não é nova e adaptações de vídeo-games já vêm sendo feitas há algum tempo - sendo a maioria uma bela porcaria - mas Detona Ralph acertou em cheio, seja pela história apresentada ou pela enxurrada de lembranças que ela traz das nossas mentes, aquilo que ficou armazenado em um cantinho por uns vinte anos e ficou esquecido, vale muito a pena ver!

terça-feira, janeiro 01, 2013

Organize suas metas e promessas de Ano-Novo

2012 já passou, 2013 já chegou, e como não poderia ser diferente, todo mundo com certeza fez aquela lista - mental ou no papel - de objetivos para 2013, perder peso  (não vou nem comentar....), viajar, quitas as dívidas, me casar, etc... Há algum tempo vi uma reportagem sobre trabalhadores autônomos, e uma das entrevistadas que chegava a faturar mais de R$10.000,00 reais por mês (verdade ou mentira, não sei) uma coisa em sua entrevista me chamou a atenção, ela estabelecia metas semanais, mensais, trimestrais e anuais para si mesma e sempre verificava se as estava atingindo, pode parecer coisa de loja de vendas mas isso é algo bem positivo, não só na questão financeira, mas em toda a nossa vida, ao ler uma matéria no site do Yahoo, encontrei uma matéria bem interessante e resolvi adaptá-la aqui para que vocês possam ler e aproveitar melhor o ano de 2013! Ufa, então lápis e papel, ou melhor, pegue seu Tablet ou Smartphone e anote o que achar mais importante.
 
Ouço muitas pessoas falarem que estão insatisfeitas com suas vidas. Existem pessoas que vivem a vida por viver, sobrevivendo, e não fazem ideia de que podem mudar. E isso independe de classe social ou cultural. Simplesmente não sabem que podem mudar. A essas, esse artigo com certeza será de extrema valia.

Como você quer estar daqui 10 anos? Saiba que você já pode começar a plantar as sementes de seus sonhos. Pense nas áreas de sua vida que merecem uma atenção especial - costumam ser aquelas que geram uma certa frustração.

Vamos cuidar um pouquinho delas? Comece avaliando que nota, de 1 a 10, você daria para essa área da sua vida. Feito isso, pense no que você pode melhorar para atingir um 10, sem censura e sem pensar se é possível ou não. Se você fosse diretor do filme de sua vida, como o faria? Lembre-se, você é o protagonista, o ator principal. Capriche. 
 
Saiba que você já pode começar a plantar as sementes de seus sonhos.

Se essa área carente for a financeira, por exemplo, e a nota fosse 1 ou 2, como seria se a nota fosse 8 ou 9? O que você estaria fazendo? Como se sentiria e como as pessoas ao seu redor te veriam? A isso chamamos "evidências", ou seja, o caminho que você vai seguir para colher o que deseja.

Agora pense se isso só depende de você, e quando, exatamente você quer que isso aconteça - escolha realmente uma data -, se é com alguém em especial ou sozinha... Assim você vai caminhando e traçando as rotas que o levarão ao seu destino. Por isso é muito importante saber onde quer chegar. Imagine se você pega um táxi e, quando o motorista pergunta para você quer ir, você simplesmente não sabe? Ele pode te levar para qualquer lugar ou para lugar nenhum. Com a sua vida é a mesma coisa.

Pense por que essas áreas da sua vida estão com notas tão baixas. Foi falta de organizar sua agenda, falta de disciplina, preguiça? Identificando isso você pode trabalhar para superar a falha. 
Muitas pessoas não conseguem atingir seus objetivos simplesmente por achá-lo muito grande. Nesse caso, é muito mais fácil dividi-lo em dois ou três. Exemplo: se alguém quer emagrecer 30 quilos, pode se desmotivar se pensar nos 30 de uma só vez. Entretanto, se planejar emagrecer os primeiros 5 quilos, vai se surpreender em cada etapa, até que, de repente, já emagreceu mais do que imaginava.

Tenha sempre em mente que é muito importante você visar o resultado pronto. Isso o motivará a fazer as mudanças necessárias. Se ficar imaginando o quanto vai se privar, sofrer, acabará desistindo antes mesmo de começar. Todas as estratégias motivacionais levam a pessoa a ver o resultado pronto.

Alguém pode te ajudar a conseguir o que quer? Ou alguém que você conheça já conseguiu algo similar? Converse e troque ideias com essas pessoas. Enriquecerá seu repertório de alternativas.
O ano-novo é triste para muitas pessoas. Por que será? Neste período, muitos se dão conta do quanto o ano "voou" e do quão pouco foi feito em termos de realização. Isso se dá pelo fato de você ter vivido muito na rotina, seu cérebro não registra este tempo passado e você tem a sensação de não ter percebido ele passar.

Por isso, vamos fazer algo diferente neste final de ano? Comece por seus sonhos. Coloque-os no papel, comprometa-se com eles! Como seria dar uma bela viravolta em sua vida para tirá-la da mesmice de todos os anos anteriores? Você não acha que merece um "upgrade"? Tudo depende de você! Eu o convido a não aceitar a mesmice, a rebelar-se contra tudo que o não te satisfaz e inaugurar 2011 com grandes projetos. Siga o bê-á-bá acima e você se surpreenderá com os resultados. Só tome cuidado para não ser muito feliz!

Rebeca Fischer é instrutora da SBPNL - Sociedade Brasileira de Programação Neurolinguística

link: http://www.minhavida.com.br/bem-estar/materias/12532-organize-suas-metas-e-promessas-de-anonovo

terça-feira, novembro 20, 2012

As melhores respostas às 50 perguntas mais freqüentes em entrevistas de emprego

As melhores respostas às 50 perguntas mais freqüentes em entrevistas de emprego


A Universia Brasil divulgou as 50 perguntas mais enfrentadas em entrevistas de emprego. Está na hora de saber respondê-las com prudência para que você seja contratado. Confira!
É provável que, quando você leu a notícia das perguntas mais frequentes em entrevistas de emprego, em ao menos uma, você não tenha se sentido seguro para oferecer uma boa resposta. Não há problema, as questões são complicadas e um tanto capiciosas. Confira as respostas mais apropriadas ao que é mais perguntado em entrevistas de emprego e garanta a sua contratação:

1. Você se considera a melhor pessoa para esse trabalho? Por quê?
A melhor maneira de responder é oferecendo exemplos concretos das suas conquistas e habilidades. Compare as exigências da vaga com o seu perfil para que o recrutador veja que você é o mais indicado para a vaga.
 
2. Você é bom demais para esse trabalho?
Você pode responder mais ou menos assim: "bom demais? Alguns diriam que eu não sou bom demais, mas tenho todas as habilidades necessárias para este trabalho. E, mesmo que eu fosse bom demais, tem algum problema de contratar quem trabalhar melhor do que o esperado?"
 
3. Descreva uma experiência difícil no seu trabalho e como você lidou com ela.
Dê exemplos concretos do que já aconteceu no seu trabalho, depois discuta como você resolveu o problema. Seja positivo, o problema tem que acabar bem.
 
4. Descreva-se.
O recrutador não quer uma resposta de 10 minutos. Ofereça frases que te destaquem entre os outros candidatos e que abram espaço para outras discussões.
 
5. Descreva o melhor e o pior chefe.
Diga que você aprendeu algo, não importa com qual chefe você teve. Você pode, inclusive, afirmar que, com os bons chefes, você aprendeu o que fazer e, com os ruins, o que não fazer.
 
6. Fale sobre seus objetivos profissionais.
Com essa pergunta, o recrutador quer saber sobre as duas decisões. Quer saber se você não entrou no seu campo por acaso e está ali também por acaso. Alguém que saiba tomar bem decisões será um ótimo chefe.
 
7. Fale sobre seu estilo de trabalho.
Não adianta só falar que vocêé rápido. Os recrutadores não procuram isso. É melhor dizer que você é eficiente, organizado, focado e, devido a isso, você termina as suas atividades mais rapidamente.
 
8. Você prefere trabalhar sozinho ou em equipe?
Responda que está apto e se sente bem de realizar os dois tipos. Ofereça situações que sustentem sua afirmação.
 
9. Você leva trabalho para casa?
"Quando necessário, sem problema. Eu entendo a importância trabalhos que precisam ser realizados até tal dia impreterivelmente."
 
10. Dê alguns exemplos de trabalho em grupo.
O recrutador quer saber como você trabalharia com a equipe do lugar no qual você está prestes a integrar. Dê exemplos válidos de trabalho em grupo, nem que tenha que ser da faculdade.
 
11. Você já teve dificuldade para trabalhar com algum gestor?
Esta pergunta é complicada e deve ser respondida com atenção. Nunca diga que vocês não se davam por motivos banais e, sim, porque vocês tinham opiniões e expectativas diferentes. Um bom modo de resolver isso é sentar e conversar. Mas não exagere na crítica ao seu antigo chefe.
 
12. Você já ficou bravo no trabalho? O que houve?
"Bravo para mim é perda de controle, algo que nunca acontece comigo. Quando estou estressado, paro, respiro fundo e começo a pensar em como vou resolver o problema."
 
13. Como você lida com a pressão?
Uma boa forma de responder é: "eu lido com situações, não com pressão ou estresse. Desta forma, eu batalho e resolvo o problema, não o estresse."
 
14. Como você mede sucesso?
"Eu avalio sucesso de várias formas. No trabalho, é cumprir as metas que me foram passadas e quando a empresa inteira cumpre seu objetivo. Também acho que uma boa empresa é aquela que, não somente gratifica o sucesso, mas que oferece oportunidades de crescimento pessoal e profissiona."
 
15. Por quanto tempo você espera trabalhar aqui?
Responda que até quando você tiver a oportunidade de continuar ou até quando seus serviços forem necessários.
 
16. Quais são suas aspirações de salário?
Primeiramente, pesquise qual é a média de salário para a sua profissão, para o que você fará na empresa e balanceando o seu valor. Uma vez feito isso, você tem várias opções. Citar o salário base da sua ocupação e espera uma proposta, daí você pode dizer que vai pensar ou, simplesmente, não. A resposta negativa pode oferecer um salário mais alto, porém é mais arriscada. Aja de acordo com as suas necessidades.
 
17. Descreva o seu ritmo de trabalho.
Novamente, não adianta dizer que você é rápido. Responda que você trabalha num ritmo equilibrado e mediano, mas que sempre termina os afazeres antes do que foi combinado.

18. Como você se descreveria?
Neste caso, as variáveis são você mesmo, a companhia para a qual você trabalhará e a posição à qual você está se candidatando. Considere tudo isso e ofereça seus pontos fortes em poucas frases.
 
19. O que você faria se seu chefe estivesse errado?
Diga que depende da situação e da personalidade do chefe. Se possível, dê exemplos concretos.
 
20. Se eu perguntasse às pessoas que você conhece por que você deveria ser contratado, o que elas diriam?
"Seguramente, eles justificariam minha contratação pelo fato de eu ter as qualidades necessárias para este emprego e pela minha experiência neste ramo."
 
21. Qual o tipo de ambiente de trabalho no qual você prefere trabalhar?
Diga que você pode ser flexível e pergunte como é o ambiente de trabalho na empresa. Depois, responda qual você prefere usando as palavras chaves proferidas pelo recrutador.
 
22. Existe algo mais que você gostaria de saber sobre o trabalho e a companhia?
É a hora do recrutador escutar você. Faça perguntas pertinentes. Aqui estão alguns exemplos do que NÃO perguntar: "eu consegui o emprego?", "quando são minhas férias?", "eu posso mudar meu horário de trabalho?" e o pior "o que esta empresa faz?".
 
23. Conte por que você quer trabalhar aqui.
É importante que você tenha pesquisado antes sobre a empresa. Uma vez que você a conhece, compare o que ela e pode oferecer com as suas habilidades, objetivos e metas futuras.
 
24. O que você busca na sua próxima posição?
Você pode perguntar "qual é o caminho normal de alguém que trabalha na minha posição?" A partir desta resposta, a partir das palavras-chaves que o recrutador tenha mencionado.
 
25. Quais são as suas paixões?
Com esta pergunta, o entrevistador quer saber um pouco da sua vida. Não precisa necessariamente citar algo relacionado ao trabalho, mas certifique-se de que você não citou nada que possa atrapalhar seu futuro emprego.
 
26. Quais são suas metas para o futuro?
Relacione suas metas com a empresa e com a sua profissão. Ou seja, você gostaria de aprender e contribuir para uma empresa deste porte e crescer dentro da minha área.
 
27. Quais são seus requerimentos salariais?
Isso depende da situação na qual você se encontra na vida pessoal e na própria entrevista. Se você estiver precisando, não arrisque fazer muitos requerimentos. Em contraposição, se você sentir que a empresa quer muito você, renegocie seu salário.
 
28. O que você pode fazer para esta companhia?
Assumindo que você tenha pesquisado sobre a empresa, junte suas habilidades, metas, objetivos e competências com o que você conhece sobre a companhia e faça a sua resposta pessoal.
 
29. No que você pode contribuir para esta empresa?
Dê exemplos concretos das suas antigas contribuições com a sua antiga empresa e relacione-as com o que você pode oferecer no futuro.
 
30. Quais desafios você busca no próximo trabalho?
Responda que você procura desafios que façam você crescer e que você resolva com as habilidades que possui. Não esqueça de dizer que você se sente motivado por desafios, não assustado.
 
31. O que te agradava e o que você não gostava no seu último emprego?
Não exagere ao falar mal demais na sua antiga empresa, porque o recrutador pode achar que você pode fazer o mesmo no futuro. Considere falar sobre você e seu estilo para que o próprio entrevistador perceba que você se adaptará bem ao emprego no qual você está se candidatando.
 
32. O que você espera de um supervisor?
"Eu aprecio ambientes de trabalho nos quais os supervisores têm um contato mais próximo e pessoal com seus colegas, longe de favoritismo e conscientes das necessidades e facilidades de cada funcionário.
 
33. Quais são as decisões mais difíceis de tomar?
Esta pergunta é comportamental e, por isso, não há um certo ou errado para ela. Você será avaliado pela lógica com que as enumera e a forma como resolveu esses problemas.
 
34. O que você aprendeu a partir dos seus erros?
Neste caso, dê exemplos de algo que deu errado e que você você corrigiu depois.
 
35. O que te interessa neste trabalho?
A melhor forma de responder a esta questão é descrever a própria vaga. Se você está interessado mesmo na vaga, isso funcionará como saída.
 
36. Qual é sua maior força?
Descreva qualidades que te façam apto para preencher o perfil que a empresa procura.
 
37. Qual é sua maior fraqueza?
Ofereça exemplos de defeitos não tão ruins assim. Como urgência para terminar o mais rápido possível os projetos, ou necessidade de checar 3, 4 vezes uma tarefa.
 
38. Quais foram os maiores desafios pelos quais você passou?
Certifique-se de oferecer exemplos concretos de como você lidou uma situação complicada e particular.
 
39. Quais foram os maiores problemas que você encontrou nos antigos empregos?
Descreva algum problema, mas não seja exagerado demais. Não se esqueça de citar algo que, embora desafiador, foi resolvido.
 
40. Qual foi sua maior contribuição (e fracasso) na última posição em que se encontrava?
Se você trabalhava bem, não terá problema em falar sobre contribuição. Mas não esqueça de citar mais de uma, exemplos são sempre válidos.
 
41. O que foi mais (e menos) gratificante na sua última posição?
Novamente, dê exemplos concretos; mas, na hora de falar sobre o que era pouco gratificante, tire vantagem disso: explique como você foi paciente, persistente e inteligente para lidar com essas situações e ainda trabalhar com eficiência.
 
42. Suas experiências são relevantes para este trabalho?
Neste caso, seja específico na sua experiência. A melhor forma de responder é descrever suas antigas responsabilidades e conectá-las com o trabalho no qual está se candidatando.
 
43. O que você faria se não conseguisse mais ofertas de emprego?
É importante responder que você se comprometerá a essa empresa se conseguir o emprego e, se não achar mais nenhum, refletiria se estava no campo certo e, após a reflexão, decidiria o que fazer.
 
44. Por que você está deixando seu trabalho?
Se sua saída foi tumultuada, seja honesto e tente concentrar a conversa no futuro. Mas não fale mal do seu chefe, não justifique sua saída porque ele não era carismático ou algo assim.
 
45. Por que você quer este emprego?
"Esta empresa é o lugar onde minhas qualificações podem fazer a diferença. Por exemplo, na outra empresa..." e conte um caso onde você fez a diferença.
 
46. Por que você se demitiu?
Em geral, a melhor saída é explicar que você não tinha mais o que aprender e que as suas chances de crescimento eram mínimas e você queria ir adiante.
 
47. Por que você foi demitido?
Primeiramente, diga que suas competências não batiam com o lugar onde você trabalha e, em seguida, explique que é nesta empresa onde você poderá explorar melhor suas qualidades e interesses.
 
48. Por que você largou este emprego?
Esclareça que você enxergou esta empresa como lugar correto para crescer e dar o seu melhor, em vez da última na qual estava.
 
49. Por que deveríamos te contratar?
Dê exemplos concretos do que você fez e do que pode fazer. Na hora de explicar como será útil para a empresa, fale sobre seu conhecimento na área e da sua experiência no assunto.
 
50. O que você sabe sobre esta empresa? Não seja pego desprevenido. Pesquise sobre a empresa antes e não reproduza fofocas sobre a companhia, como "ouvi dizer que ganham bem aqui", ou "ouvi dizer que se trabalhar até tarde aqui". Mesmo se essas fofocas forem verdade, se você está numa entrevista para trabalhar lá, é porque ou está de acordo com o que se comenta ou porque não acredita nos rumores. Dividir isso com o recrutador não será útil a você.